Todos pela Amazônia, incluindo quem usa o blockchain e criptomoedas para proteger a floresta e combater o desmatamento, queimadas e garimpo ilegal


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Segunda-feira passada a cidade de São Paulo teve uma tarde atípica que surpreendeu muita gente, segundo o portal G1 - Dia vira 'noite' em SP com frente fria e fumaça vinda de queimadas na região da Amazônia - por causa da combinnação das condições meteorológicas com as inzas vindo de incêndios na floresta nos distantes estados do Acre e Roraima e da Bolívia. A partir disso a gravidade da situação tomou uma dimensão nacional e mundial, logo em seguida, obrigando o governo a prometer tolerância zero aos crimes ambientais, mesmo depois de diminuir a fiscalização e o monitoramento nna área.

motivção econômica de tamanha destruição parece ser a extração de madeira e posterior grilagem de terra e ocupação da área desmatada com pecuária e eventualmente plantio, modelo que avança sobre a matairgem e mais ou menos parecido com o que ocorreu u no bioma da mata atntica no sul e s sudesteo Brasil no passado. Em entntrevista ao jornal Valor - Desmatamento afeta imagem do país e causa preocupação - o presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) e CEO da Agropalma explicou esse modelo de baixa tecnologia: "Alguém vai, derruba, usa a madeira. A boa vai para as madeireiras e para o mercado, a ruim vira carvão. E alguém vai tentar tomar conta da terra e legalizar. Para fazer isso, tem que dar alguma atividade econômica. Qual a atividade econômica mais simples de se colocar em uma terra ilegal? Gado. Estou falando aqui das atividades ilegais. Mas eu falo nas minhas palestras em nome do agronegócio legal. De gente séria, que  tem CAR (Cadastro Ambiental Rural) emitido, reserva legal e que produzireito."

creditito que esse cenário poderia ser radicalmente transformado se os consumidores soubessem a origem da madeira usada nos móveis, construção e carvão dorasco e tb certificar de onde vem a carne arne do hamburguer ou bife que põe no prato. Como sugeriu o ex-ministro e banqueiro no evento Blocktrends (https://www.blocktrends.com.br) hoje no Rio de Janeiro/RJ, conforme notícia - Ex-presidente do BNDES, Joaquim Levy sugere blockchain para a divida pública, combate ao desmatamento da Amazônia e controle de gastos públicos - no site Cointelegraph Brasil, a tecnologia blockchain pode ser usada, de forma eficiente, para combater o desmatamento na Amazônia na medida em que ela possibilita identificar se as madeiras utlizadas em determinados produtos são de proveniência legal e não de desmata ilegal.

ste tite tipo acompanhamento já vem sendo utilizado desde 2016 pela Bolsa de Madeira Responsável da BVRio (https://www.bvrio.org), cujo link para o site compartilho no final deste post, que em seu blog reproduz um artigo - Madeira tropical e blockchain: Post de Márcio Barros em “Blockchain Brasil” - revelando que os relatórios com informações públicas sobre a extração, processamento e negociação de madeira e identifica se existem riscos de ilegalidade sobre os produtos adquiridos por compradores brasileiros e estrangeiros são registrados no blockchain do Ethereum. Proposta parecida com a oferecida pela Quiru (http://qiru.solutions), startup peruana que quer promover a transparência e o rastreamento na indústria madeireira do país vizinho, e pela Ometka (https://otmetka.com/?lang=pt-pt), empresa que se diz presente em mais de 20 países e cuja página em português defende sua rastreabilidade garantida da madeira mundial e em vídeo no YouTube - Sistema de rotulagem com rastreamento garantido de cada toreira - cita a cita a parceria para rastrear e proteger dados por meio de blockchaincativos.

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Além da madeira, o rastreamento da origem e procedência da soja e da carne, cuja iniciativa de uma rede de restaurantes criada no Brasil compartilhei aqui meses atrás -  Rede de churrascarias Fogo de Chão usa blockchain para rastrear procedência das carnes - pode ser crucial no controle do desmatamento e invasão das florestas. Coincidência ou não, semanas antes do dia que virou noite em SP, a revista Época publicou sobre o projeto Amazônia 4.0 - "É possível aproveitar o potencial econômico da Amazônia com tecnologia e sem desmatamento", diz Carlos Nobre - proposto pela equipe do Instituto de Estudos Avançados de São Paulo (IEA/USP) que, entre outras coisas, está desenvolvendo um modelo de laboratório que fará uso de blockchain para mapear os genomas das espécies locais e desenvolvodutos.

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Outras alternativas envolvendo criptomoedas para arrecadar recursos para supostamente preservar a floresta amazônica ou aproveitar seu potencial também foram lançadas, do Brasil encontrei os projetos da Amazonas Coin (https://amazonascoin.com.br), da Anthos (https://anthos.lasa.ind.br) e da Amazonas Green Coin (https://www.weareamazonians.com). Já na Costa Rica, a Pureland (https://pureland.earth) quer preservar a floresta tropical e financiar projetos ambientais com a venda de seus tokens. Muitos defendem que a floresta em pé pode ser mais valiosa, no ano passado compartilhei aqui o link de uma iniciativa em Goiás - Sítio Florestinha do Vale Verde, integrando tokens Ethereum com agrofloresta e agricultura sintrópica - e quase na mesma época o steemian @rogerbage publicou sobre a ideia da SintropiCoin: Blockchasta.

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Mesmo menos dependente das queimadas, o garimpo ilegal é outro motivo para a invasão das terras indígenas, destruição e contaminação do meio ambiente, matéria publicada no site Cointelegraph no fim de 2018 - Precious ledgers: why blockchain is a perfect fit for gold and diamonds (Registros preciosos: Porque o blockchain combina perfeitamente com ouro e diamante) - já falava de projetos como o "ouro responsável", conduzidos por grandes as. O blockchain pode evitar a ameaça de uma nova Serra Pelada, garantindo a aias. Garantir a autenticidade, como mostrado nesta matéria publicada ano passado no site Venture Beat - IBM will use blockchain to verify diamond and gold jewelry authenticity (IBM vai usar blockchain para verificar a autencidade de jiamantes) - e, maantes - e, evitando a extrae, evitar a extração ilegal ou em áreas de conflitos, como noticiado no site da Reuters - London gold association plans to approve blockchain trackers (Associação de ourives de Londres planejam aprovar rastreadores em blockchain) - e da Bloomberg, neste artigo publicado mais recentemente - Using Blockchain to Help Fight Conflict Minerals (Usando o blockchain para combater os minerais provenientes de áreas de conflitos) ano.

Bolno.


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Comments 4


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27.08.2019 02:30
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Parabéns, seu post foi selecionado pelo projeto Brazilian Power, cuja meta é incentivar a criação de mais conteúdo de qualidade, conectando a comunidade brasileira e melhorando as recompensas no Steemit. Obrigado!

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27.08.2019 03:00
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30.08.2019 05:35
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