Existencialismo e Anarquismo - Herbert Read e Max Stirner


A Dialética da Libertação: Anarquismo, Existencialismo e Descentralismo.
xistencialismo e Anarquismo - Herbert Read e Max Stirner


"Nós construímos o nosso destino, para transformar a existência, sob o fado do tempo e da morte." - charllie777pt



1. Inroddução



"Acreditar é confiar, não querer saber" - Herman Hesse em Lektüre für Minuten (1962)


A mudaça torna-se emm nós.

Nós trnamos-nos no que queremos ser, construído na ansiedade de nossas escolhas para a nossa existência, sempre limitado pelo ttempo.

No atal mundo dos assuntos políticos, as pessoas têm uma consciência limitada da dissolução de sua liberdade, restringindo a participação na escrita da História, mas somos pessoalmente e moralmente responsáveis ​​pelo atual estado de doença social, onde decidimos não fazer escolhhas. .

Na Frnça e em todo o mundo, os políticos colocaram a polícia como solução para os problemas dos cidadãos, usando táticas militares e armas de guerra para combater pessoas como se fossem terrooristas.


p>Na incereza política de hoje os cidadãos têm uma total falta de confiança sobre as intenções e motivações dos governos no poder, e suas dúvidas abrem a sua mente para a invasão do discurso do populismo e patriotismo exacerbado, que na história sempre apontou o caminho para o fascismo ou para coletivismo vertical .

crediilidade da democracia representativa caiu no esgoto com a ausência de clareza nas intenções das propostas do poder vigentte

Anarqia e o Existencialismo são ambos filhos da Liberdade, e o movimento existencialista filosófico e cultural, influenciou muitos anarquistas com o terreno comum da luta do indivíduo contra o Estado e a centralização da autoridadee.

anarqismo tem muitas ligações com a psicologia e os autores humanistas-existencialistas, como vimos nos últimos posts sobre existencialismo e hummanismo.


p>Anarquiso e Existencialismo são filosofias de liberdade centradas na pessoa para a busca individual de identidade e significado de sua Essência na Existência numa sociedade massificada que usa o medo como controle para o conformmismo.

Como ilosofias de liberdade, ambas enfatizam o aspecto da responsabilidade ética pelos nossos próprios atos, e devemos questionar mais a autenticidade de nossa existência para crescer como seres hhumanos.


p>A luta d soberania individual contra o Estado e o autoritarismo é um sentimento compartilhado no Anarquismo e no Existencialismoo.

lguns narquistas acreditam na necessidade de algum coletivismo horizontal, como por exemplo a congregação de comunidades na gestão do meio ambiente como um interesse ccomum.

Eu osto das teorias dos direitos naturais mostrando que as pessoas têm direitos inalienáveis à vida, à propriedade que não colide com interesses e bem-estar comunitários, e o direito de encontrar a liberdade como ingredientes essenciais para nutrir a felicidade humana, que são os pilares civilização e socciedade.



"Ninguém vai te dar a educação que é precisa para derrubá-los" - personagem em Quinoo Comics



2 - Aarquismo e Existencialismo - Diferenças, semelhanças e complementaridadee



O xistencialismo é um ramo da filosofia individualista, centrado na liberdade dos seres humanos sobre a moralidade e a ordem soocial.

Sua pincipal referência é o conceito sartriano de existência (sociedade) que precede a essência(ser), recusando qualquer predeterminação biológica ou genética na vida, mas baseada na liberdade de escolha de uma pessoa com base na responsabilidade, enquanto, ao mesmo tempo, o indivíduo absorve a moralidade social.


A oralidade tem suas raízes na propriedade dos pensamentos e ações de cada indivíduo e no elemento de coordenação comportamental dentro de um grupo de indivíduos nas interações socciais.

A mralidade tem impactos permanentes nas nossas decisões e nas escolhas de nossa consciêência.

É nsso privilégio tentar livrar-nos dessa moral internalizada para maximizar a liberdade, porque um anarquista aceita as escolhas de todos os outros enquanto não houver violência exercida sobre nossa segurança física, ou o/a anarquista seguirá o direito de usar a violência para se defender a si próóprio.

Um narquista, um existencialista, um fanático do blockchain sobre a descentralização, um ativista social ou ambiental, ou aqueles que estão no caminho de encontrar o seu próprio eu, devemos concordar que além das diferenças filosóficas sobre a realidade, existem objetivos comuns que devem unir todos nós contra o mundo feio, corrupto e poluído, apoiado apenas por alguns que assumiram a vontade da humanidade e estão a conduzir o ecocídio do pplaneta.



strong>"O objeto do estado é sempre o mesmo: limitar o indivíduo, domá-lo, subordiná-lo, subjugá-lo". - Max Stirner



3 -Existencialismo Anarquista - Soberania Individuall




"O valor de uma civilização ou cultura não é valorizado em termos de sua riqueza material ou poder militar, mas pela qualidade e realizações de seus indivíduos representativos - seus filósofos, seus poetas e seus artistas". - HHerbert Read



A nossa ssência é limitada quantitativamente pelo tempo e qualitativamente pelo "tempo vivido" até o dia em que morremos e cessamos nossa Existêência.

O exitencialismo é uma filosofia centrada na pessoa como o Humanismo, com os direitos de ter uma responsabilidade baseada na liberdade, com o nosso Ser fazendo de nós mesmos o que ssomos.

A nosa Essência é limitada pelo tempo até que morremos, pelo que temos encontrar um sentido de nossa Existência, bem como devemos verificar a autenticidade de nossas vidas na sociedade, com pressões e restrições sociais e económicas acelleradas.


Sem úvida Existencialismo e Anarquismo sempre tiveram influências mútuas em seus conceitos e teorias contra o poder hierárquico centralizado, e a moral e regras da socieedade.

Para im, o Anarquismo e o Existencialismo têm as mesmas respostas para as perguntas do Porquê? Como? e o Que? devemos fazer para alcançar a soberania individual e quebrar a relação dominante de Mestre / Escravo entre o poderoso e o imppotente.



"Se o indivíduo é uma unidade em uma massa corporativa, sua vida não é apenas brutal e curta, mas monótona e mecânica". - Herbeert Read



Herbert ead (1893-1968) foi um anarquista inglês que viu a arte, a cultura e a política como a manifestação viva da consciência humana.


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p>Readfoi um historiador da arte, um poeta, um crítico literário e um filósofo, influenciado por Kierkegaard, Heidegger e Sartre, e em 1949 ele criou seu próprio modelo de anarquismo cruzado com o existencialismo, como uma alternativa à teoria marxista que estava sombreando. o movimento existenciallista.

Read oi sempre influenciado por Max Stirner, e ele descobriu que este autor tinha a chave para a conexão entre seu anarquismo individualista e existencialismo no conceito de livre escolha pessoal e responsabilidade éética.

Ele areditava na educação pela arte era um revolucionário para a aprendizagem, como uma catarse de traumas infantis e ao mesmo tempo compartilhando os trabalhos criativos com todas as culturas e credos do mundo, que traria mais compreensão e tolerância entre todos os homens e mulheres noo mundo.


Max tirner (1806 - 1856), com sua visão egoista do anarquismo baseada na soberania individual, mostrou que a liberdade só vem da inaceitabilidade de instituições centralizadas, incluindo governos do estado e direitos de propriedade, como os fantasmas que corrompem a essência de nossoo ser.

Read Stirner tornaram-se conscientes de que os sistemas ideológicos se fundem com leis e bens económicos materialistas que dominam o crescimento e a realização da essência humaana.



"O estado chama de sua própria lei de violência, mas a do indivíduo, crime." - Max Stirrner



O exstencialismo contaminou o chamado "pós-anarquismo" nascido nos anos 80 e que tem um modelo subjacente de pós-estruturalismo e pós-modernismo dos anos 60, que negou o pensamento dominante da cultura da civilização oocidental.

O anarquimo pode ser visto como uma espécie de existencialismo individualista, com algumas considerações sobre a noção clássica das criações cooperativas da humanidade que podem restringir o livre-arbítrio, no nível pesssoal.

Os moimentos anárquicos e descentralizados que emergem nas ruas, como os Coletes Amarelos e a Rebelião da Extinção (Extinction Rebellion), têm muitas semelhanças com a organização espontânea de Maio de 68 e raízes profundas na tradição existencialista das ações de rua contra todos os poderes centralizados instituídos pela atual democracia representativa, e o capitalismo pseudo-liberal que se parece com o socialismo feudal monáárquico.



<>"O divino é a preocupação de Deus; o humano, o homem. Minha preocupação não é nem o divino nem o humano, não o verdadeiro, bom, justo, livre etc., mas somente o que é meu, e não é geral, mas é - único, como eu sou único. Nada é mais para mim do que eu mesmo!" - Max Stirner &quoot;.


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p>A anarquia é possível quando se elimina a autoridade e poder centralizados. Confira!


Videos (Em Inglês):


To Hell with Culture (2014) - a film about Herbert Read, art and anarchism


Existentialism & Max Stirner (Isaiah Berlin Clip)


Stirner's Egoism - Does Altruism Exist?


A Dialética da Libertação: Anarquismo, Existencialismo e Descentralismo.

Artigos publicados:


I -qu Anarquismo
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      Social

      Estado

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        ertário
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        calismo

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    • @charlie777pt/anarquia-hoje-parte-1-a-era-dos-extremismos">Parte 1 - A Era dos Extremismos

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      @charlie777pt/a-anarquia-hoje-parte-5-o-anarquismo-de-hoje">Parte 5 - Anarquismo de Hoje
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  • Índice e Conclusões da parte 1 - Anarch


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    • ticos

      anos 60



    • O Bão









    • V - Conclusões e Epílogo

      Referências:




    A Realidade Social : Violência, Poder e Mudança

    #palnet #creativecoin #lifestyle

    *

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    19.08.2019 16:21
    2

    Nos primórdios da minha adolescência me denominava anarquista, muito pela influência do punk-rock, cresci na década de 80 e as bandas punks brasileiras sempre traziam em suas letras esse conceito de liberdade e eu acreditava ser o ideal.
    Mas com o passar do tempo entendi ser algo utópico pois o ser humano nunca foi educado para ser livre. Se por exemplo destituirmos o Estado hoje, consequentemente algum grupo tomará o poder, o que já não seria anarquia mas sim outro Estado.
    Nesse meio tempo entendi que o Socialismo seria o ideal, para mim deveria ser uma transição para a liberdade individual. Mas não o socialismo autoritário, um modelo socialista que visasse o bem-estar social e priorizasse a educação do indivíduo para sua liberdade pessoal, coisa que nunca vimos mas acredito ser possível.
    Recentemente li dois livros do Chomsky e atualmente estou relendo o "Ser e o Nada" de Sartre e esses livros estão reacendendo a minha chama libertária, mas mesmo assim, ainda acredito ser inviável no momento a liberdade geral individual pois penso muito no social, ou seja, se a igualdade e liberdade não for para todos não tem validade, a meu ver.
    O grande problema de tudo é que o Estado, a religião e os detentores do capital, durante os séculos, conseguiram inserir quase toda a sociedade no conceito kantiano de "menoridade" e a liberdade necessita a priori que o ser humano saia da menoridade e busque a "maioridade", mas infelizmente as pessoas não querem isso ou pelo menos, não sabem como fazer isso.
    Acredito que o ponto chave para essa libertação seja a educação, Paulo Freire já dizia isso na "Pedagogia do Oprimido". O problema é como educar e se o Estado irá deixar essas pessoas serem educadas para serem livres.
    Excelente texto @charlie777pt e continuemos na busca pela liberdade do indivíduo, quem sabe as gerações futuras consigam este feito.

    Posted using Steeve, an AI-powered Steem interface

    20.08.2019 19:41
    1

    Eu cresci na década de 70 com influências próximas dos 60, em África num país colonizado pelo regime fascista português e após a revolução de 74, entrei nas esquerda na Frelimo e depois em Portugal viajei pela extrema-esquerda até encontra o anarquismo, que me reconstituíu da desilusão do coletivismo.
    Mas percebi que o anarquismo era um estado interior que não se podia ensinar e que era impraticável, pelo que passei á intervenção social pela música e arte, e á política do SER pois a política centralizada tinha-me ensinado que ela era para os aficionados do poder e não traz a revolução social mas sim a dominação das massas por élites sejam de esquerda, centro ou direita.
    No dia em que li o Manifesto do Nakamoto , estive muitos dias a dormir mal em hiperatividade cerebral pois percebi que a afinal a anarquia era tecnológicamente realizávél com o conceito de descentralização.
    Sou um maníaco da descentralização que reavivou a minha chama política.
    O blockchain é uma prova viva (mas já desvirtuada por grupos de poder) que é possível eliminar qualquer cadeia centralizada pode ser substituída por um consenso tecnológico e social ,se possivel como propriedade coletiva, pode provar que a centralização que leva ao abuso do poder pode ser tornada obsoleta.
    O problema é o da tomada de consciência das pessoas, que irá ser o resultado do duelo do Centralismo vs Descentralismo, que deixa algum espaço para a mudança social, mas a descentralização é um David que se calhar não tem força para enfrentrar um Golias tão gigantesco.
    A visão de Nakamoto é uma esperança para a humanidade, que está cega e ofuscada com os ecrãns que lhes escrevem os hábitos e as memórias e deshumanizando-as até elas serem incapazes de intervir socialmente.
    Muito obrigado por um "Grande" comentário com imagem de marca de uma mente questionadora, pois a maioria das massas acha a realidade inquestionável, imutável e sem capacidade de ser modificada, e quem manda que faça o que quiser com os destinos dos cidadãos despidos dos seus direitos.
    Vamos corromper o centralismo,,heheh.
    E Paulo Freire propôs o caminho das solução para a peste da concentração da riqueza que aumenta o fosso social, como o principal problema da humanidade privada de igualdade e da justiça, até que um dia os oprimidos percebam que podem mudar o seu destino.
    Esqueci-me de dizer que após uma fase em que estava aborrecido com a música freak, em 1977, o punk foi uma das grandes voltas na minha vida, pois revelava que como hoje toda uma jovem geração , não tinha futuro e propunha a "anarchy in the UK" e "No Future".A música sempre me ajudou na catarse cultural, como antecipação do Mundo que lá vem.

    21.08.2019 22:44
    2

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    22.08.2019 18:50
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